Segundo essa nota de um blog do NY Times, o governo americano vai aumentar os impostos em cima de refrigerantes para abater um pouco os custos do Estado na saúde. Faz sentido. Segundo a nota, os americanos bebem, em média, um galão de refrigerante por semana (um galão nos EUA é o equivalente a aproximadamente 3,8 litros). Essa é a média simples. Imagino que o desvio padrão seja bem alto.

Se não me engano, na Europa os impostos no cigarro são altíssimos pela mesma razão. Por isso, vários europeus fazem seus próprios cigarros com tabaco e papel de seda.

É uma boa ideia. Queria saber se existe algo semelhante no Brasil. Meu palpite é que não. Aqui não se pode carimbar destino de dinheiro – uma dasa razões contra a CPMF é que era um imposto que, de antemão, ia para a saúde. Isso, teoricamente, é proibido. O dinheiro todo tem que ir para um montante comum que depois vai ser distribuído.

Se for possível fazer isso no Brasil, tenho aqui uma sugestão. Aumentar o imposto da feijoada. E e da coxinha, do torresminho e do acarajé. Tudo isso aumenta a taxa de obesidade, o colesterol e as doenças cardíacas. Outra: poderíamos ir além dos EUA e adotar um sistema de impostos progressivo em relação à quantidade de açúcar nos refrigerantes. Por exemplo, Guaraná normal pagaria mais do que o Light ou o Zero. A desvantagem é que a Dolly, nacional, talvez tenha que pagar mais do que as produtoras gringas. São infinitas as possibilidades.

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Arquivado em comida, Economia

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