Bradford Cox é o sujeito mais interessante no pop atual

Bradford Cox sofre da síndrome de Marfan, o que faz com que ele seja muito magro, com um buraco no peito. Tem uma aparência de terminal ou de junkie. Ou de junkie terminal. Por conta da doença, foi operado várias vezes durante a infância.

Quando ele tinha 14 anos, seus pais se separaram e ele morou um tempo sozinho numa casa de subúrbio americano.

Ele já disse ser gay, mas que nunca transou (não sei se isso mudou). E que o guitarrista do Deerhunter, Lockett Pundt, é o seu muso. Já deu entrevistas dizendo que foi apaixonado por um dos caras do Black Lips, de quem é amigo de adolescência.

É católico praticante.

Mas isso tudo, pra ele, é secundário. O fanatismo pela música, segundo ele, é central na sua vida. Bradford Cox quer ser conhecido como um cara musical. E ele tem talento e razões para isso.

O Bradford Cox, pra quem não sabe, compõe, toca e canta no Deerhunter, uma das bandas mais interessantes da atualidade. Também grava e se apresenta num grupo dele, chamado Atlas Sound.

O Deerhunter acabou de lançar o quarto disco, Halcyon Digest. O som ainda é aquele punk ambiente (grifo deles) dos dois discos anteriores. Algumas faixas, como Revival e Desire Lines, não deixam o ouvinte parado. Mas às vezes parece mais doce, menos aguerrido. Música para ouvir no parque.

Isso é tudo velho. Desculpem a falta de novidades. Mas é que passei a manhã ouvindo o disco e achei que podia colocar alguma coisa nesse espaço sobre isso.

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Arquivado em Bradford Cox, Deerhunter, Música

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