O certo é o certo, não é o errado nem o duvidoso

Não dá para me acusar de ser fã do Kassab. Ele faz uma administração incompetente, capenga. Não quero entrar nessas minúcias e ficar listando todos os problemas com os quais topo por aí – e são muitos. Mas essa cassação foi canhestra. Para mim, uma questão do episódio não ficou clara. Não entendi até agora se o juiz cassou o mandato de todo mundo que recebeu grana da ABI ou se os que dançaram foram os que receberam pelo menos 20% do seu total da ABI.

De qualquer forma, taí um típico exemplo de “elisão eleitoral”. “Elisão fiscal” é aquele termo para não pagar imposto fazendo tudo que é legal. Imagino que deve valer tudo: botar seus rendimentos no nome de laranjas, tudo no limite da lei. Essa operação da ABI parece isso. Se for vasculhar a ação do sindicato do Secovi, provavelmente não vão encontrar nada que os leve para o tribunal. Mas deve ser um “proceder” cheio de ações duvidosas. Às vezes dá vontade de uma legislação à la Comando Vermelho: o certo é o certo, não é o errado, e nem o duvidoso.

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Arquivado em Kassab, Política, São Paulo

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