De acordo com nota da Policia Federal e da Secretaria Estadual de Defesa Social, “o equívoco ocorreu por causa da impossibilidade de se verificar, por semples contato visual, ser o fragmento de tecido orgânico humano ou não”. O pedaço – de cerca de 80 centímetros – não será descartado até que exames laboratoriais confirmem a convicção dos peritos. Diante da impossibilidade da verificação por contato visual, o comando operacional passará a utilizar agora o termo “despojo mortal” e não mais “corpo” para o que for encontrado.
Essa é parte da matéria do Estadão publicada hoje. Sabe que até achei bonita a expressão “despojo mortal”? Não é?